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Adquiri uma guitarra dessas essa semana, quarta-feira pra ser mais exato.
Primeiro que eu gostei bastante do timbre dela, ela tem aquele timbre característico das Les Paul, claro que se pode modar ele para que se pareça mais com a guitarra de certo guitarrista.
Os captadores são razoáveis, o da ponte poderia ser melhor, já o do braço tem um som bom que se pode levar por bastante tempo.
As madeiras são boas, o corpo é feito em nato(ao que parece) que é um tipo de mogno asiático e proporciona um som bem semelhante, o braço é de mogno(colado) e a escala de rosewood, e essa mistura proporciona um som bem semelhante as les paul originais.
Na faixa de preço a CLP2-S é sem duvida a guitarra que mais vale a pena no quesito LP, chegando perto e até ultrapassando guitarras que custam o dobro!
Ai vai uma foto da minha guitarra: 
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Bom, eu como baixista e por ser minha primeira vez escrevendo para o blog, não poderia deixar de falar em meu primeiro artigo sobre o instrumento que tanto amo, além do meu gênero musical favorito, respectivamente. Mas também aproveitando para questionar, se realmente, o baixista recebe um valor merecido.
Há no Rock uma ironia: dois dos maiores ídolos de todos os tempos, que lideres, do Kiss (Gene Simons) e do Iron Maiden (Steve Harris), são baixistas, posto que o símbolo máximo do gênero é a guitarra.
É muito raro de se achar ídolos do baixo. Claro que existem muitos exemplos de músicos talentosos, criativos e geniais do instrumento, entretanto o que mais chama a atenção (ou não) é que na maioria das bandas eles são completamente desconhecidos, passam a vida no anonimato ou são apenas “tapa buracos”, por assim dizer .
São vários os casos de bandas em que as pessoas se lembram do nome e do rosto do vocalista (caso clássico), do guitarrista e até do baterista. Mas quem é o baixista mesmo? De fato, os fãs sabem sobre todas as mudanças de formação e o currículo de cada um deles, mas me refiro ao público em geral, a massa. Se você fala do Aerosmith, por exemplo, imediatamente as pessoas se lembram do vocalista Steven Tyler, do guitarrista Joe Perry e só. O Bon Jovi, além do vocalista Jon, tem Richie Sambora na guitarra, Tico Torres na bateria e David Bryan nos teclados. Falta alguém, não falta?
Não estou desmerecendo nem questionando a necessidade dos baixistas nas bandas,jamais. Sou fã de MUITOS deles e toco o mesmo instrumento. Mas parece que para ser lembrado e se mostrar relevante, o baixista precisa ser o fundador e líder do grupo, dividir o baixo com o microfone ou, no mínimo, participar ativamente da criação das músicas (para que o vocalista fale dele nas entrevistas, padrão).
Um baixista que apenas toca bem acaba ficando para trás. A função passa a ser burocrática e, conseqüentemente, pouco importa quem a esteja executando.
Nikk Sixx, Joey DeMaio, Geezer Butler, Glen Hughes, Billy Sheehan, Flea e Cliff Burton, só para citar alguns, souberam muito bem como fazer performances inesquecíveis e colocar o baixo em destaque dentro de suas respectivas bandas. Alguém pode citar Paul McCartney, dos Beatles, como um bom exemplo de baixista relevante e imortal. É verdade, mas a banda também tinha John Lennon que, morrendo precocemente, deixou para o McCartney a denominação de mito. Ao falar de Beatles, aliás, logo lembro dos Rolling Stones, considerados um de seus rivais na época: Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts, Ronnie Wood. E quem é o baixista deles mesmo?
(Por Luccas Garcia, baseado no artigo de Rafael Sartori)
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Já estava pensando há algum tempo em escrever sobre o grande mestre brasileiro Baden Powell; acabei achando em uma revista bem antiga uma excelente matéria sobre ele que é, sem dúvida alguma, melhor do que qualquer esboço que eu pudesse fazer. Transcrevi a matéria e espero que apreciem.
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Corria 1966. Lyndon Baines Johnson, presidente dos Estados Unidos da América, resolveu oferecer, em Honolulu, Havaí, uma festa inesquecível ao general Nguyen Van Thieu, ditador do Vietnã do Sul. Vários músicos de boa estirpe foram convidados para abrilhantar a ocasião. Por exemplo, o saxofonista Stan Getz, divulgador da música brasileira nos EUA. Encarregado de arrebanhar outros astros, Stan Getz convidou o violonista brasileiro Baden Powell. E remeteu-lhe telegrama aproximadamente nos seguintes termos:
“Em nome do presidente dos Estados Unidos da América, valho-me deste para convidá-lo a participar do espetáculo que Mr. Lyndon Johnson vai oferecer a Mr. Nguyen Van Thieu, no próximo dia 5, em Honolulu, Havaí”.
Baden Powel não se manifestou. Nas vésperas do evento, cobrado por Stan Getz, apenas respondeu: “Não posso. No dia 5 eu estréio com a Elís Regina no Zum Zum”.
O episódio ilustra exemplarmente como funciona a cabeça e a personalidade do fluminense Baden Powell de Aquino, nascido em Varre-e-Sai no dia 6 de agosto de 1937 e consagrado como um dos maiores instrumentistas e compositores da história do país. Distraído, desligado, individualista, independente. Qualquer dessas palavras define o padrão sobre o qual Baden Powell construiu sua vida pessoal e principalmente sua carreira. Uma carreira que poderia ter seu brilho ainda mais intensificado, se não fosse ele distraído, desligado, individualista e independente.
A magia dos talentosos, de qualquer modo, não se mede por adjetivos. Fiquemos nos limites do que Baden Powell produziu.
Filho de um violonista apaixonado pelo general inglês Robert Baden-Powell (1857-1941), o fundador do escotismo, o garoto de Varre-e-Sai, antes mesmo da adolescência, começou a aprender violão com um dos maiores professores brasileiros do instrumento, Jaime Florence – o Meira, do insuperável Regional do Canhoto dos anos 40. Com treze anos, premiado em vários programas de rádio, já se exibia em bailecos e festinhas da juventude. Ganhava os seus cruzeiros e se aperfeiçoava na boêmia. Depois, mal completada a maioridade, foi tocar com o conjunto de Ed Lincoln, tecladista alimentado pelas influências do jazz, na noite carioca de Copacabana.
Companheiro afetuoso do pessoal da trupe da bossa nova, aderiu de pronto ao movimento. Com Billy Blanco, arquiteto e poeta da malandragem urbana do Rio, compôs o “Samba triste”. Sozinho escreveu “Deve ser amor” e “Encontro com a saudade”. E em 1962, enquanto acompanhava a cantora Sylvinha Telles na Boate Jirau, tornou-se amigo, simultaneamente, de três astros preeminentes daquele período: João Gilberto, Tom Jobim e Vinícius de Moraes.
Entre goles de uísque e pires de amendoim torrado nasceria, na madrugada do Rio, uma das mais prolíficas e brilhantes parcerias de toda a história da música popular brasileira: Baden e Vinícius. Muito melhor. Nasceria, aos poucos, com o cuidado que se devota ao aperfeiçoamento das grandes invenções, o gênero que retiraria a bossa nova da proteção enfumaçada dos apartamentos quarto-e-sala da Zona Sul carioca, transportando o movimento para as rádios e para os toca-discos de todo o país: o samba-afro.
Curiosa, maravilhosa mistura: embora de sangue negro nas suas gerações passadas, embora aplicado aos ritmos sincopados que os escravos bantus e sudaneses tinham introduzido no país, Baden Powell sempre se interessou, também, pelas sutilezas da assim chamada música universal. Ou pela sofisticação da música clássica. Quer dizer: a batida de seu violão exprime suas origens mais distantes; seu dedilhar, suas harmonias, sua melodiosidade, porém, mostram a inspiração de um verdadeiro virtuose.
Nos começos dos anos 60, Baden Powell chegou a morar na casa de Vinícius de Moraes. Desse encontro surgiram “Canção de ninar meu bem”, “Labareda”, “Astronauta”, “Só por amor”, o permanente “Samba em prelúdio”, inspirado em Johann Sebastian Bach, e o delicado “Bom dia, amigo”, inspirado numa oração de São Francisco de Assis. Também aconteceram “Consolação”, “Amei tanto”, “Deixa”, com idêntico espírito. Baden Powell gravou seus primeiros LPs pelo selo Elenco, de Aloysio de Oliveira – um deles com o baterista Jimmy Pratt e outro, sintomaticamente batizado de “à vontade”, no qual lançou à praça a habilidade de um ótimo percussionista brasileiro, Pedro dos Santos, o inventor de um instrumento apelidado de sorongo. Depois, enfim, restava-lhe testar os aplausos europeus. E Baden se mudou para Paris.
Foram dois anos de gostosa boêmia e de trabalho na Boate Bilboquet. Para perplexidade dos franceses, além da MPB, Baden Powell, quando lhe dava na veneta, desandava a exibir suas preciosidades na interpretação de clássicos, como Bach, Ravel, Villa-Lobos. Baden, todavia, parou de compor. Uma missão que apenas retomaria em 1964, de volta ao Brasil, mais particularmente à Bahia.
Os seis meses que transitou por Salvador e redondezas se mostraram cruciais para o violonista, para o compositor e para a MPB. Baden freqüentou terreiros, se iniciou no candomblé e na capoeira. Sempre com Vinícius, multiplicou outra vez sua produção. Sobre o Besouro do Ouro, malandro baiano que no despertar do século se travestia de Robin Hood e defendia os pobres negros vilipendiados pelos capitães-de-mato, compões a música de “Lapinha”, à espera de futuros versos. E ao lado do santo Vininha foi enfileirando jóias raras: “Canto de Ossanha”, “Berimbau”, bem como a marca registrada da parceria, o “Samba da benção”.
Na sua fase afro-baiana, Baden Powell conseguiu aliar harmonia e melodia no mesmo dedilhado do violão. Fusão perfeita. A harmonia utilizada como melodia em seu sentido vertical. A melodia utilizada como harmonia em seu sentido horizontal. E mais: Baden conseguiu fazer seu violão cumprir ainda uma terceira função, o ritmo, continuamente pontilhado pelos bordões, como se o instrumento executasse, também, as tarefas de cobertura de um contrabaixo. Na história dos virtuoses brasileiros do violão, nenhum outro músico obteve, ao mesmo tempo, tamanhos efeitos simultâneos, da soma da linearidade eventual da melodia às utilizações e aos floreios dos jogos harmônicos e das pesquisas rítmicas sempre inquietas e instigantes.
Em 1968, o enfim sucesso de “Lapinha” ironicamente afastaria Baden Powell de Vinícius de Moraes, inaugurando-lhe fértil temporada ao lado de um novo letrista, Paulo César Pinheiro. Recluso outra vez, junto ao promissor Paulo César Pinheiro, Baden compôs mais uma safra de relíquias: “Samba do perdão”, “É de lei”, “Violão vadio”, “Aviso aos navegantes”, “Carta do poeta” e a impecável “Sagarana”, com letra à moda de João Guimarães Rosa.
Determinado dia, Baden tinha mostrado a Pinheiro a tal “Lapinha”. Pinheiro topou a empreitada, com o fim de batalhar pela vitória na I Bienal do Samba da TV Record de São Paulo. Fez os versos. Ganharam.
Baden, de qualquer forma, havia-se tornado um viajor irrecuperável. O mercado europeu lhe oferecia gratificações maiores, no espírito e no bolso, do que as plagas brasileiras, dominadas pelos festivais de televisão. Em 1967, com um disco admirável – “O mundo musical de Baden Powell” – ganhou todos os prêmios importantes da crítica de Paris. Saltou à frente, com o “Mundo número 2”, acompanhado pela Sinfônica da capital francesa. Brilhou no festival de jazz de Berlim. Recolheu-se por alguns meses a uma clínica do Rio, no quarto vizinho ao amigo eterno Vinícius de Moraes, para uma temporada de desintoxicação do velho uísque. Retornou à Europa. E em 1971, com produção do alemão Joachin Berendt, um dos maiores especialistas em jazz do planeta, e com a proteção do maestro Júlio Medaglia, um incansável estudioso dos modos musicais contemporâneos e de vanguarda, gravou um dos mais belos LPs de violão jamais feitos no mundo, “Solitude on guitar”, no Studio Waldorf da CBS da Alemanha Ocidental.
O Baden que crescera escutando os chorões amigos do pai, o Baden que desenvolvera seu talento nas fraldas da bossa nova, o Baden que se tornara nacional com o afro-samba, se transformava num artista universal, de estro capaz de trafegar com igual familiaridade entre o popular e o mais complexo gênero erudito.
Algumas das suas composições desse período são obras-primas da composição para violão em todos os tempos. O “Choro para metrônomo”, cujo único acompanhamento é a batida hipnotizante de um marcador de tempo. O “Adágio”, de Albinoni. O “Prélude”, de Bach. A “Valsa de Eurídice”, de Vinícius. “The shadow of your smile”, de Johnny Mandel. E mais a “Chanson d’hiver”, a “Bahiana”, a “Berceuse para Jussara”, o “Fim da linha”, a “Brasiliana” e o Solitário”, todos do próprio Baden.
Hoje, não é mais possível considerar Baden Powell apenas um representante de um estilo de compor, ou de interpretar, que se inaugurou nas raízes brasileiras. Sua mão direita endiabrada parece capaz de desenhar figuras rítmicas que nenhum outro violonista chegou sequer a esboçar. Enquanto isso, a mão esquerda passeia pelos trastes com poesia e segurança, encadeando a melodia à harmonia com uma beleza de espantar.
Choro, samba, valsa, jazz, os clássicos, os românticos, os vanguardistas contemporâneos, os flamencos e os africanos – o maravilhoso equipamento de Baden Powell não se assusta com as fronteiras que a música internacional é capaz de oferecer. Um detalhe: Baden Powell só toca violão, nem de brincadeira se aventura a experimentar instrumentos eletrificados.
Muita gente se espanta com o fato de Baden Powell não se ter transformado num superstar bilionário, conseqüência natural de seu domínio incomparável do violão. Baden, no entanto, é um homem simples. Um homem simples e um homem complexo. Pois não acalenta hábitos exuberantes e, ao mesmo tempo, exige de si mesmo uma precisão quase neurótica, insana, a ponto de levá-lo a se esconder do próprio mundo quando entra em uma de suas fases de produção. Baden é estudioso absoluto, desses que não cessam de buscar a meta inatingível da própria superação. Ele mesmo define: “A maioria dos artistas que fazem muito sucesso são como o sorvete. Basta botar no sol que começam a derreter”.
(Curso completo Toque Violão & Guitarra, vol.1, Editora rio Gráfica, 1982)
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Continuando a matéria sobre alguns guitarristas desconhecidos por muitos, falarei agora um pouco sobre Shawn Lane. Talvez alguns o conheçam pelas suas Vídeo aulas, disponíveis no Youtube (de teor excelente e recomendável), mas poucos realmente conhecem o trabalho desse talentoso músico.
Shawn Lane nasceu no dia 21 de Março de 1963, em Memphis – Tennesse -. Começou seus estudos musicais relativamente cedo, aos oito anos no piano, aos dez passou para a guitarra, instrumento no qual realmente possuía talento. Logo cedo se tornou conhecido em sua cidade como um músico promissor e com 14 anos assumiu o lugar de guitarrista da banda Black Oak Arkansas (Southern Rock), decadente na época. A banda começava a se desfazer, então Lane passou a recrutar novos músicos, amigos da sua escola. A banda deixava aos poucos seu estilo original e começava a pender para o Fusion.
Casado, aos 18 anos, Lane decidiu dedicar-se ao estudo da música e compor seu próprio material, o que fez nos seguintes oito anos. Seus conhecimentos de piano lhe foram muito úteis, já que a maior parte do material fora composta usando seu piano.
Algumas de suas fitas demonstrativas aguçaram o interesse da grande Warner Bros., que acabou gravando o álbum Powers of Ten, também considerado como o seu melhor álbum.
Shawn Lane era portador de psoríase crônica e possuía problemas de obesidade, devido ao tratamento com asteróides, além de fumar constantemente. Morreu em 26 de Setembro de 2003 em Memphis.
Agora deixando a vida de Shawn Lane à parte, vamos ao seu trabalho. Conheço apenas o disco Powers of Ten (Fusion), e nesse disco é possível reparar a técnica incomparável de Lane, que deixa qualquer músico admirado. Suas músicas são bem melódicas e por muitas vezes suaves, principalmente as tocadas no piano.
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Bom,velocidade não é tudo,porém quem não curte uma fritada de vez em quando?E se essa fritada for a mais de 20 notas por segundo?
Essa lista foi elaborada por mim com base nas músicas mais famosas que se destacam por sua velocidade:
1-Tiago Della Vega-Tema Japonês do vídeo 320 bpm*
2-Michael Angelo Batio – No Boundaries
3-Chris Impellitteri – Screaming Symphony
4-Yngwie Malmsteen - Far Beyond The Sun
5-Jason Becker – Altitudes
*=Para quem não sabe bpm são batidas por minuto,ou seja,ele tocando 4 notas por batida ele consegue aproximadamente 1300 notas por minuto e 21 notas por segundo,tocando 6 notas por batida consegue quase 30 notas por segundo,o que é praticamente IMPOSSÍVEL para um guitarrista amador,ou até para um profissional.
Della Vega,guitarrista mais rápido até 2008
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Bom, como não sou especialista em música e sim apreciador, mostrarei alguns músicos que muitos não conhecem, mas que são realmente bons. Mostrarei esses músicos aos poucos. Começarei com Guthrie Govan.
Ele tocou na banda Ásia entre 2001 e 2006, e ainda em 2006 lançou seu primeiro disco solo, Erotic Cakes (Fusion). Achei que Guthrie Govan possui uma técnica muito apurada, suas composições possuem harmonia e melodia muito bem construídas, além de um bom peso característico do rock
Seu disco é bem interessante para guitarristas, principalmente pelos seus solos, recheados de notas, que seguem linhas melódicas muito agradáveis. Para o pessoal que curte bastante um “rock/instrumental” também é uma boa pedida.
Vale à pena gastar um pouquinho de tempo para ouvir o seu cd, acho que não da para se arrepender. Aqui colocarei um vídeo dele, de uma música que está em seu cd.
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Ninguem aguenta mais ouvi essa historia dos porquinhos gripados (huaheau).. Pra começa, isso que eu vou falar aqui não tem nenhuma informação sobre, nem fontes, nem nada.. mas há chances que cancelem eventos como em alguns paises, e esses eventos infelizmente incluem shows …
Há umas 2 semanas apareceu no Leitura Dinamica sobre o festival que acontece na Alemanha, o Wacken, parece que não adiaram mas mandaram umonte de prevenções pra não contrair a doença, como: não abraçar, nem beijar ninguem…
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A compreensão de “reflexão estética” para a arte parte da objetivação de um sentido racional para o processo criativo humano, devendo-se considerar as diferentes formas e definições ao longo da história, sem o descarte das contribuições de outros ramos, tais como a Psicologia, Sociologia, História e Antropologia. Tendo sua grande importância no processo de interpretação e compreensão critica, com o papel na narrativa da realidade da obra. O dever da estética não é nos dizer dogmaticamente o que é ou não é “belo”, mas contar rigorosamente as experiências de interpretação para um comum esforço compreensivo.
Por determinados períodos históricos o “Belo” esteve para vários pensadores, estetas, artistas e críticos como um termo de definição artística, tendo seu significado voltado para determinadas especificidades como a habilidade de execução de algo. Termo que ao longo do tempo e de suas novas tendências estéticas teve seu sentido de certa forma metamorfoseado, passeando e bebendo de vários elementos, desde “ordem matemática” e “perfeição harmônica”, conceitos de “justiça e verdade” até o impactante conceito de “Sublimação”, onde é englobado o que antes aparecia como objeto condenado, estes, os modelos: grotesco, estranho, tenebroso, disforme, obscuro, feio, ilimitado, informe, diferente vão à tona como ascensão poética.
Os diferentes padrões de beleza vão de acordo com a cultura de cada povo, cada sentido estético contém em si a cor da sua respectiva etnia. Para algumas comunidades o conceito de “Belo” vai além do físico, nesses casos leva-se também em consideração o contexto social e moral dos indivíduos perante a sociedade. A representação da beleza pode então ultrapassar as barreiras estéticas, tendo também em sua essência valores baseados em manifestações tanto políticas como também místicas.
Gabriel Yang.
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California Jam foi um festival que occoreu em 6 de abril de 1974 na qual uma porrada de gente cerca de 200 mil pessoas se uniram no Ontario Motor Speedway para assistir as “bandas do momento”.
Entre essas “bandas do momento” estavam Black Sabbath ; Deep Purple ; Emerson, Lake and Palmer ; Eagles ; Rare Earth ; entre outras…
Imagens:
Black Sabbath
Ritchie Blackmore tava a mil aquele dia!
Vídeos:
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